Lidiane Soares Wittaczik
SENAIsc-Jaraguá do Sul, E-mail: lidiane@senai-sc.ind.br
A autora, Lidiane Soares Wittaczik, enfatiza a Educação Profissional, apresentando um panorama bem interessante, do histórico educacional profissional brasileiro (dos períodos mais remotos ao surgimento de novas tecnologias de produtividade nas últimas décadas). Com início oficializado, em 1909, a educação profissional brasileira, como coloca a autora, é vista através do Decreto-Lei nº. 7566 de 23 de Setembro de 1909, sancionado pelo presidente na época, Nilo Peçanha, onde começam a ser criadas as escolas de aprendizes Artífices, difundidas com o intuito de preparar gerações para prosseguimento desses ofícios e formar profissionais oriundos das camadas pobres da população. A autora acrescenta que, muito se tem ocorrido na educação profissional do Brasil até a década de 90: criação de escolas de Artífices, da Constituição de 1937, do surgimento do chamado sistema S, criação do SENAI, SESC, SENAC, SESI, SENAR, SENAT e SEBRAE. Para Lidiane, a formação profissional brasileira é realizada por escolas públicas, privadas e pelas agências do sistema S, no qual é guardada uma íntima relação com os avanços tecnológicos. Recorrendo a autores como: Sílvia Maria Manfredi; Gaudêncio Frigotto; Manacorda; Marise Nogueira Ramos e o brilhante Paulo Freire, Wittaczik aborda a educação por competência como uma metodologia adequada à educação profissional, tomando como base, a legislação educacional brasileira e responsabilizando as instituições de ensino, de gerarem saberes coletivos e flexíveis, sintonizados com as novas bases e formas de organização produtiva, fundadas na produção e difusão de cunho tecnológico. A autora conclui o artigo afirmando que, a educação profissional, deverá estar centrada em um currículo de competência, com metodologias voltadas para projetos ou resolução de problemas.
SENAIsc-Jaraguá do Sul, E-mail: lidiane@senai-sc.ind.br
A autora, Lidiane Soares Wittaczik, enfatiza a Educação Profissional, apresentando um panorama bem interessante, do histórico educacional profissional brasileiro (dos períodos mais remotos ao surgimento de novas tecnologias de produtividade nas últimas décadas). Com início oficializado, em 1909, a educação profissional brasileira, como coloca a autora, é vista através do Decreto-Lei nº. 7566 de 23 de Setembro de 1909, sancionado pelo presidente na época, Nilo Peçanha, onde começam a ser criadas as escolas de aprendizes Artífices, difundidas com o intuito de preparar gerações para prosseguimento desses ofícios e formar profissionais oriundos das camadas pobres da população. A autora acrescenta que, muito se tem ocorrido na educação profissional do Brasil até a década de 90: criação de escolas de Artífices, da Constituição de 1937, do surgimento do chamado sistema S, criação do SENAI, SESC, SENAC, SESI, SENAR, SENAT e SEBRAE. Para Lidiane, a formação profissional brasileira é realizada por escolas públicas, privadas e pelas agências do sistema S, no qual é guardada uma íntima relação com os avanços tecnológicos. Recorrendo a autores como: Sílvia Maria Manfredi; Gaudêncio Frigotto; Manacorda; Marise Nogueira Ramos e o brilhante Paulo Freire, Wittaczik aborda a educação por competência como uma metodologia adequada à educação profissional, tomando como base, a legislação educacional brasileira e responsabilizando as instituições de ensino, de gerarem saberes coletivos e flexíveis, sintonizados com as novas bases e formas de organização produtiva, fundadas na produção e difusão de cunho tecnológico. A autora conclui o artigo afirmando que, a educação profissional, deverá estar centrada em um currículo de competência, com metodologias voltadas para projetos ou resolução de problemas.
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